Ir para Porto Alegre rever alguns amigos que faz tempo que você não vê, é muito bom.
Mas ir para Porto Alegre participar de um sarau bacana, com pessoas bacanas, em um lugar bacana, e ainda ler meus humildes e pretensiosos textinhos para caras muito bacanas, que escrevem bacanamente bem, é bacana demais.
Eu adorei, e agora que sei o caminho, voltarei muitas vezes.
É, eu sou assim: me dão a mão e eu vou logo pegando o braço inteiro.
Mas ir para Porto Alegre participar de um sarau bacana, com pessoas bacanas, em um lugar bacana, e ainda ler meus humildes e pretensiosos textinhos para caras muito bacanas, que escrevem bacanamente bem, é bacana demais.
Eu adorei, e agora que sei o caminho, voltarei muitas vezes.
É, eu sou assim: me dão a mão e eu vou logo pegando o braço inteiro.
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Querem saber como foi?
Bem.
Bem.
Eu estava muito tranqüila e serena e sossegada.
Até que cheguei no Porão do Beco e me dei conta do que estava prestes a acontecer.
Então fui tomada por um terror súbito, e tive a certeza que jamais, em hipótese alguma, nem sob tortura, eu subiria naquele palco!
Certamente vou engasgar, gaguejar, tremelicar, tropeçar.
Então fui tomada por um terror súbito, e tive a certeza que jamais, em hipótese alguma, nem sob tortura, eu subiria naquele palco!
Certamente vou engasgar, gaguejar, tremelicar, tropeçar.
E se me faltar o ar?
Foi o que eu pensei, pois tenho tanta intimidade com um microfone quanto tenho com um rifle.
Enfim.
Como não havia uma opção B, subi, li, e desci, fazendo pose e tudo, rarara!
E, segundo o parecer honesto e imparcial dos meus amigos, até que não foi tão ruim assim minha apresentação.
Foi o que eu pensei, pois tenho tanta intimidade com um microfone quanto tenho com um rifle.
Enfim.
Como não havia uma opção B, subi, li, e desci, fazendo pose e tudo, rarara!
E, segundo o parecer honesto e imparcial dos meus amigos, até que não foi tão ruim assim minha apresentação.
Eu fiquei satisfeita, de verdade.
E ouvi rumores de que o plano, a partir de agora, é fazer um Porão da Palavra por mês.
Não é super?
Se eu morasse em Porto Alegre, iria sempre, seja para ficar no palco, seja para ficar na platéia ou no bar ou no banheiro, ou até em um sofázinho vermelho e simpático que estava por ali.
Ficadica.
E, como se não bastasse, o Marcos Seiter, um dos meninos que já participou do E-Blogue.com e vez em quando dá uma passadinha por aqui, leu sobre o sarau e resolveu aparecer!
Primeira vez que conheci um leitor virtual pessoalmente, e foi dez.
Isso sem falar no Beto Canales, o segundo companheiro virtual que conheci pessoalmente que, mesmo de ressac, ops, quero dizer, muito cansado, foi lá prestigiar.
Obrigada meninos.
É por causa de pessoas como vocês que pessoas como eu continuam batucando na panela vazia e fazendo carnaval.
Ficadica.
E, como se não bastasse, o Marcos Seiter, um dos meninos que já participou do E-Blogue.com e vez em quando dá uma passadinha por aqui, leu sobre o sarau e resolveu aparecer!
Primeira vez que conheci um leitor virtual pessoalmente, e foi dez.
Isso sem falar no Beto Canales, o segundo companheiro virtual que conheci pessoalmente que, mesmo de ressac, ops, quero dizer, muito cansado, foi lá prestigiar.
Obrigada meninos.
É por causa de pessoas como vocês que pessoas como eu continuam batucando na panela vazia e fazendo carnaval.
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Eu e o Beto
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À Carol Teixeira, escritora e filósofa e agitadora cultural das mais fodas, eu deixo meu muito obrigado pelo convite, e pelo carinho com que me recebeu.
E, acreditem: a moça é muito mais bonita pessoalmente do que pelas fotos. Grrr.
Ao Fernando, um dos editores do jornal Vaia e organizador do FestiPoa Literária, eu também deixo meus agradecimentos, pela sua simpatia e pelo seu trabalho, digno de aplausos.
Ah! E por ter me dado um dos exemplares do livro O Melhor da Festa (que reúne a fina flor do FestiPoa do ano passado) e um exemplar da revista Cidade B, que é mega-massa.
E também deixo meu upa para todo o pessoal que estava lá, mostrando seu trabalho, e também os outros, que estavam assistindo.
Gentes boníssimas, que valeu a pena conhecer.
Aliás, aproveito e divido com vocês outra dica quente: Aprendiz de Feiticeiro. Banda do caralho, que toca demais e, em breve, estará pela rede divulgando seu trabalho genial.
Ao Fernando, um dos editores do jornal Vaia e organizador do FestiPoa Literária, eu também deixo meus agradecimentos, pela sua simpatia e pelo seu trabalho, digno de aplausos.
Ah! E por ter me dado um dos exemplares do livro O Melhor da Festa (que reúne a fina flor do FestiPoa do ano passado) e um exemplar da revista Cidade B, que é mega-massa.
E também deixo meu upa para todo o pessoal que estava lá, mostrando seu trabalho, e também os outros, que estavam assistindo.
Gentes boníssimas, que valeu a pena conhecer.
Aliás, aproveito e divido com vocês outra dica quente: Aprendiz de Feiticeiro. Banda do caralho, que toca demais e, em breve, estará pela rede divulgando seu trabalho genial.
Guardem o nome desses caras.
Não tenho fotos porque todas saíram fantasmagóricas e abstratas, como a que reproduzo abaixo.
Mas notei que o pessoal da casa estava fazendo algumas, então, quem sabe, eu não as arranjo e coloco aqui?
Prometo tentar.
Não tenho fotos porque todas saíram fantasmagóricas e abstratas, como a que reproduzo abaixo.
Mas notei que o pessoal da casa estava fazendo algumas, então, quem sabe, eu não as arranjo e coloco aqui?
Prometo tentar.
Isso é um rapaz tocando sax. Juro!
Ah sim!O texto que eu li foi Eu Sempre Quis Demais, postado neste blogue metidinho recentemente. Mas se estiver com preguiça de procurar, clica aqui.
Beijo na testa, senhoritos e senhoritas. E até nossa próxima aventura, ié, ié!
